Arquivos Blog - ABRACAM https://abracam.com/imprensa/blog/ Associação Brasileira de Câmbio Fri, 08 Nov 2024 19:19:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://abracam.com/wp-content/uploads/2021/12/cropped-Logotipo-ABRACAM-2-09-1-32x32.png Arquivos Blog - ABRACAM https://abracam.com/imprensa/blog/ 32 32 Ela gabaritou a Certificação ABT1 https://abracam.com/gabaritou-abt1 https://abracam.com/gabaritou-abt1#respond Fri, 08 Nov 2024 19:19:40 +0000 https://abracam.com/?p=36037 Hoje temos o prazer de apresentar uma entrevista inspiradora com Helialda Lima de Sousa, Auditora Financeira da Golden Tour International […]

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Hoje temos o prazer de apresentar uma entrevista inspiradora com Helialda Lima de Sousa, Auditora Financeira da Golden Tour International Turismo e Câmbio.

Com uma carreira consolidada na área de câmbio e uma trajetória repleta de conquistas, Helialda compartilha conosco sua jornada profissional, as estratégias que a levaram a gabaritar a Certificação ABT1 e as influências que moldaram sua carreira. Além disso, ela nos conta sobre seus sonhos futuros e como continua a buscar a excelência em sua profissão. Prepare-se para se inspirar com a história de uma mulher determinada, que não só alcançou seus objetivos, mas também continua a traçar novos caminhos. Vamos conhecer mais sobre Helialda e suas perspectivas sobre o mercado financeiro!

 

Como foi a sua jornada para entrar no mercado de câmbio?

Minha formação é Contábil, com especialização em Gestão Financeira, Mercado de Capitais, Tributário e Auditoria. Comecei a atuar na área cambial no ano de 2007, iniciando como Gerente Financeira na Golden Tour, e hoje sou Auditora de todo o grupo financeiro.

Quais foram suas estratégias de estudo para se preparar para a prova de Certificação ABT1?

Dediquei 2 fins de semana para leitura do material de apoio disponibilizado pela ABRACAM.

Em 2024, mais de 2300 pessoas se inscreveram para a Certificação ABT1. Como você se sentiu ao descobrir que foi a única a gabaritar?

Feliz, por ter alcançado este êxito, e grata a Deus.

Quem foi a sua maior inspiração profissional e como essa pessoa influenciou sua carreira?

Quando iniciei minha jornada Acadêmica, em paralelo iniciei minha jornada profissional, na época em uma empresa do ramo financeiro, o Diretor dessa empresa o senhor Moises Lira Braga (em memória), sempre acreditou em meu potencial, e seguindo os seus conselhos, prestei novo vestibular (este para Contabilidade), e a partir desse momento, direcionei meu curso e as pós-graduações, sempre com foco na área financeira. Meu segundo e atual mentor é o senhor Cicero Ciro de Albuquerque Braga, com ele iniciei minha jornada profissional com o Câmbio e estou até hoje atuando.

Compartilhe conosco uma conquista profissional que você considera marcante.

Quando fui aprovada para meu primeiro Certificado ABT1 no ano de 2016, em paralelo assumi a Auditoria Financeira de todo o Grupo o qual a Golden Tour International Turismo e Cambio faz parte.

Como você vê o seu momento atual na carreira?

Sempre em busca de novos sonhos. Atualmente estou cursando o 10º Período do Curso de Bacharel em Direito, com intuito de atuar com Direito Tributário.

O que o mercado pode esperar de você como profissional a partir de agora?

Cada vez mais uma profissional dedicada a sua profissão, a qual sempre primou em alcançar a excelência em tudo que se propõe a fazer.

Após conquistar a certificação, como você se enxerga na sua profissão?

Com um pouco mais de conhecimento e experiência.

Se pudesse escolher qualquer outra profissão, qual seria e o que te atrai nessa área?

Não me vejo trabalhando em outra profissão, me identifico com minha área de atuação.

O que você gosta de fazer para relaxar e se divertir?

Viajar, se pudesse o faria com mais frequência.

Se tivesse a oportunidade de viver em qualquer lugar do mundo, para onde iria e por que esse lugar?

No Brasil, seria a cidade de São Paulo (coração financeiro do Brasil). Fora do Brasil, seria Europa (Roma, Madrid, Lisboa), nesta sequência. Cidades que já tive o prazer de conhecer, e fui conquistada por elas.

 

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Conheça quem faz a ABRACAM – Rui Mello, M.A.R.C.A. Consultoria e Assessoria https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-rui-mello-m-a-r-c-a-consultoria-e-assessoria/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-rui-mello-m-a-r-c-a-consultoria-e-assessoria/#respond Tue, 16 May 2023 15:41:56 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=4173   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é Rui Mello, Sócio da M.A.R.C.A. Consultoria e Assessoria. Confira a entrevista abaixo.

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio?

Em 1981, eu trabalhava na área de informática do Unibanco, que decidiu comprar o sistema de câmbio do Banco de Crédito Nacional (BCN). Foi criada uma divisão que estaria incumbida de customizar o sistema às necessidades do Unibanco. Fui designado para chefiar esta divisão e foi assim o início.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Entre 1981 e 1985, chefiei a área responsável pela informatização do câmbio no Unibanco. Em 1985, aceitei o convite para uma transferência para a área de câmbio, onde assumi a superintendência administrativa que englobava cinco departamentos centralizados. Em 1987, fui promovido a superintendente regional e passei a comandar também as gerências administrativas das 15 agências de câmbio. Permaneci nessa função até 1995, quando me desliguei do Unibanco e fundei a M.A.R.C.A. Consultoria e Assessoria.

Quem foi seu grande mentor profissional?  

Foram duas pessoas: os diretores de câmbio do Unibanco Arnim Lore e Edgar Teixeira, que acreditaram que um “homem de informática” como eu tinha capacidade de entrar na “caixa preta” do câmbio e colaborar para o crescimento e consolidação desse setor. Na época, o dólar variava em uma curva de valorização média de 2% ao dia enquanto a inflação mensal estava em dois dígitos. Aprendi muito com eles.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Abandonar uma carreira sólida e segura como executivo do mercado financeiro e colocar em prática o propósito de criar uma consultoria que pudesse levar conhecimento, apoio e segurança a um mercado tão regulado e difícil como o de câmbio.

Desde o primeiro dia neste novo empreendimento, percebi que seria muito difícil a vida de consultor se a empresa não tivesse um produto inovador, inclusivo e “amigo” do mercado.

Foi quando tive a ideia de criar o sistema que “sonhei” ter enquanto gestor dos processos de fechamento de câmbio no Unibanco: um sistema automatizado, que reunisse as regras do Banco Central (enquadramento), Aduana (logística de procedimentos) e Receita Federal (tributação) em um só lugar. Assim nasceu o Sistema MARCA, que há 27 anos caminha junto com mais de 300 parceiros que utilizaram ou ainda utilizam nossos serviços.

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?

Tenho a alegria de poder contar com minha filha Gisele como parceira e sócia na M.A.R.C.A. Ela é peça importante na missão de bem servir nossa comunidade de clientes.

Uma grande conquista profissional foi ter feito carreira de 26 anos no Unibanco, iniciada como operador de sistemas e encerrada como superintendente regional de câmbio, ocupando diversos postos e cargos sempre criados para me acolher, sem nunca precisar ocupar o lugar de algum colega ou profissional que tivesse sido demitido. Isto sempre me deixou muito orgulhoso e feliz como ser humano.

Como você descreveria o momento atual na sua organização?

O momento é desafiador. Com a rápida evolução das tecnologias, quantidade cada vez maior de informações, globalização das relações comerciais e entrada em vigor do novo marco cambial brasileiro, precisamos estar atentos para manter o Sistema MARCA aderente a tudo isso. É o momento de “saber mais” para “poder fazer mais”.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

São três conselhos:

Procure entender que estamos começando uma nova fase: após mais de meio século de normas rígidas, centralização de controles e dificuldades processuais para negociar em um mercado muito fechado, a promulgação da Lei 14.286/2021 e suas resoluções regulatórias significa que estamos dando um primeiro “novo passo” para tornar o câmbio brasileiro livre, com a inclusão do real no rol de moedas conversíveis e aceitas internacionalmente.

Fique atento ao que uma reforma tributária poderá impactar, direta ou indiretamente, nos tributos de câmbio.

Entenda que a liberdade cambial levará a um aumento de responsabilidades para os agentes autorizados a operar em câmbio: mais compliance, maiores riscos e necessidade crescente de compreender o funcionamento do mercado internacional.

Para nós que estamos inseridos neste mercado, é preciso muito estudo e trabalho. Boa sorte!

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Conheça quem faz a ABRACAM – Ricardo Amaral, Western Union https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-ricardo-amaral-western-union/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-ricardo-amaral-western-union/#respond Wed, 03 May 2023 18:33:43 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=4178   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é Ricardo Amaral, Presidente da Western Union. Confira a entrevista abaixo.

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio?

Antes do mercado de câmbio, trabalhava com marketing na Danone. Eu adorava, mas queria um trabalho que tivesse uma parte internacional mais forte. Como sempre fui um “marketeiro-financeiro”, a oportunidade da Western Union caiu como uma luva!

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Cheguei ao mercado em 2005, como assistente de marketing, para implementar a marca Western Union no Brasil por meio de parcerias com corretoras de câmbio. Em pouco tempo, tínhamos mais de 120 lojas e começamos a desenvolver os envios ao exterior. Saí do Brasil em 2007 e passei por alguns escritórios da WU na América Latina (Argentina e Panamá), implementei a operação própria da WU no Panamá, gerenciei países da região (Colômbia, Cuba, Equador, Panamá, República Dominicana e Venezuela), até chegar à Gerência Geral da operação panamenha em 2015. Voltei ao Brasil em 2017 e desde 2018 sou presidente das entidades reguladas da WU no Brasil (Corretora e Banco). A partir deste ano, também sou responsável por implementar as operações de Digital Banking na América Latina.

Quem foi seu grande mentor profissional?  

Tive grandes líderes na vida profissional no Brasil e no exterior, cada um com um foco diferenciado (mais resultados, mais detalhes, mais humano). Aprendi com todos e seria injusto citar nomes específicos. Sou grande entusiasta de uma liderança com foco em mentoria, em desenvolver as pessoas e abrir espaço para o crescimento de quem faz por merecer. Meus líderes me deram essa oportunidade e procuro fazer o mesmo com a minha equipe.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Tomei posições importantes muito cedo. Virei gerente de marketing regional aos 25 anos e precisava me posicionar frente a grandes agentes da Western Union em diversos países (por exemplo, o presidente da Bolsa de Bogotá). Tinha que fazer com que eles respeitassem minha opinião e meu trabalho, mesmo tendo a idade dos filhos de muitos deles. Outro momento desafiador foi ter me tornado presidente e estatutário no Brasil aos 35 anos. Saí da minha primeira reunião com o Banco Central suando frio! Com o tempo e a experiência, isso vai fazendo parte do dia a dia, mas o início foi desafiador.

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profisssional?

Tenho duas. A primeira foi ter aberto os envios a Cuba a partir de 23 países da Europa e América Latina. Foi uma conquista que envolveu negociações com o governo dos Estados Unidos e uma coordenação enorme entre todas as áreas da empresa. Mas envolveu também a emoção de ver cubanos no Panamá literalmente chorando na loja porque conseguiriam enviar dinheiro para suas famílias de maneira imediata.

A segunda foi ter consolidado a Western Union no Brasil como uma empresa multicanal, através de uma estratégia com foco no digital e no varejo. No ano passado, publicamos nosso melhor balanço da história, tanto na corretora quanto no banco, e isso me deixa muito feliz.

Como você descreveria o momento atual na sua organização?

Estamos com grande foco na criação dos ecossistemas financeiros para os clientes, com o banco digital já lançado na Europa e muito em breve em outros países. É um momento de mudanças positivas após a entrada do nosso novo CEO, com maior atenção às necessidades dos clientes e constante melhoria dos serviços.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

Não só no câmbio, como em qualquer mercado: invista tempo para entender profundamente as dinâmicas. Entenda como os produtos funcionam, onde estão os gargalos, quais as necessidades dos clientes, para onde as tendências apontam. Conheça e compreenda as “dores do campo”, lá na ponta de atendimento ao cliente, para que você possa trazer as melhores soluções.

E, no mercado de câmbio, faça o que é certo. Entenda e respeite a regulamentação, usando isso como vantagem competitiva. Quem faz a coisa certa sobrevive no longo prazo.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Viajar! Conheço mais de 60 países (18 deles com meus filhos, de 2 e 5 anos) e tenho paixão por conhecer o mundo (e agora apresentá-lo a eles). Fomos em família a lugares incríveis como Albânia, Belize, Marrocos e eles voltam de cada viagem com uma bagagem cultural enorme! Também me divirto como piloto de drone.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

Professor universitário. E tenho certeza de que isso vai acontecer no futuro.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Já morei em Budapeste, Buenos Aires, Los Angeles, Panamá, São Paulo… A vontade é que os próximos capítulos sejam na Europa e eu seria um aposentado muito feliz em Curaçao!

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Conheça quem faz a ABRACAM – Marivaldo Costa Chaves, H.H Picchioni S/A CCVM https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-marivaldo-costa-chaves-diretor-financeiro-da-h-h-picchioni-s-a-ccvm/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-marivaldo-costa-chaves-diretor-financeiro-da-h-h-picchioni-s-a-ccvm/#respond Tue, 28 Mar 2023 18:15:46 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=4103   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é Marivaldo Costa Chaves, Diretor Administrativo Financeiro da H.H Picchioni S/A CCVM. Confira a entrevista abaixo.

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio?

Foi através da Bovmesb, a Bolsa de Valores Minas-Espírito Santo-Brasília. Lá fui responsável pela auditoria das sociedades corretoras membros atuantes em câmbio e valores mobiliários.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Inicialmente fui responsável pela auditoria da Bovmesb, de 1975 a 1985. Em seguida, passei a fazer parte da equipe H.H. Picchioni, onde atualmente sou Diretor Administrativo Financeiro.

Quem foi seu grande mentor profissional?  

Heitor Picchioni, sócio fundador e presidente da H.H. Picchioni. Ele também foi um dos fundadores da ANCORD em São Paulo. Pioneiro do mercado de câmbio em Minas Gerais, possuía vasta experiência e visão estratégica dos mercados de câmbio e valores mobiliários. Aprendi muito com ele, por quem sou muito grato.

Tive outros mentores profissionais no decorrer da minha trajetória profissional, por quem também tenho muita gratidão.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Foram os momentos em que decidi não aceitar convites para atuar em outras áreas.

Como você descreveria o momento atual na sua organização?

A partir de 2016, a corretora passou a atuar exclusivamente em câmbio. Os investimentos em tecnologia e treinamento constante dos colaboradores foram — e continuam sendo — fundamentais para o momento atual da corretora, cujos resultados estão em fase de crescimento.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

Recomendo cumprir rigorosamente as normas dos órgãos reguladores. Para tanto, é preciso se manter sempre atualizado, diante das mudanças que visam atualizar e simplificar as normas. Além disso, aconselho também manter bons contatos no mercado.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Ficar o máximo de tempo com a família, caminhar ao ar livre, ler e assistir filmes.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

Psicólogo, na expectativa de entender um pouco mais sobre a complexidade do ser humano.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Em uma das inúmeras opções do nosso Brasil.

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Conheça quem faz a ABRACAM – Lindsay Arandia, Cotação DTVM https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-lindsay-arandia-cotacao/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-lindsay-arandia-cotacao/#respond Fri, 03 Mar 2023 20:01:04 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=4076   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. A convidada deste mês é Lindsay Pamela Arandia Arraya, Coordenadora Adjunta do serviço Remessa Expressa, da Cotação DTVM. Confira a entrevista abaixo.

 

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio? 

Cheguei ao Brasil em 2011, em busca de melhores condições de trabalho. No início, trabalhei em uma metalúrgica, cuidando do departamento de recursos humanos. Conheci a Cotação DTVM devido à necessidade de realizar envios ao exterior. Me juntei à empresa em 2014, na divisão Remessa Expressa, que estava precisando de pessoas para atendimento em espanhol.

Como você se preparou para a prova de Certificação ABT1?

Recebemos um treinamento da Gerente de Qualidade Tania Gasparian, que foi muito esclarecedor. O fato de trabalhar no mercado de câmbio ajuda bastante. Ler um texto e entender a relação com as atividades diárias é a melhor forma de aprimorar o aprendizado.

Foram aplicadas mais de 2.600 provas para Certificação ABT1 em 2022. Qual foi sua reação ao saber que foi a única pessoa a gabaritar a prova?

Fiquei muito feliz porque, diante de um desafio, sempre procuro realizar com o maior empenho possível, buscando os melhores resultados. Tenho uma sensação de dever cumprido.

Quem foi seu grande mentor profissional?

Na empresa estamos rodeados de funcionários muito competentes e acredito que cada um colabora para o desempenho dos demais. Desde que entrei, conto particularmente com a colaboração da coordenadora da minha área, Reyna Lafuente, que sempre nos impulsiona a crescer cada dia mais.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Gosto de curtir minha família. Tenho três meninas maravilhosas com as quais compartilho momentos que ficarão gravados em nossas memórias. Acredito que a família é a base primordial para construir um mundo melhor.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

Minha paixão sempre foram os números, então a área contábil seria ideal para mim. Sempre que posso faço cursos referentes a essa área.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Sempre gostei de conhecer diferentes culturas. Neste momento não me vejo em nenhum lugar específico e sim visitando diversos lugares do mundo.

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Conheça quem faz a ABRACAM – Nathalia Rodrigues, Nomad https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-nathalia-rodrigues-nomad/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-nathalia-rodrigues-nomad/#respond Thu, 02 Feb 2023 14:44:43 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=4039   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. A convidada deste mês é Nathalia Rodrigues, Diretora Executiva da área Jurídica, de Risco e Governança da Nomad. Confira a entrevista abaixo.

 

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio? 

Cheguei ao mercado de câmbio em 2008, quando me juntei ao time da BM&FBOVESPA S.A. (atual B3 S.A.), logo após a fusão das bolsas. Lá trabalhei com a Clearing de Câmbio e Roda de Dólar Pronto da BM&F, no câmbio interbancário, e com o Banco BM&F, que prestava serviços de representação para não residentes. Desde então, me encantei pelas peculiaridades do câmbio no Brasil e não me afastei mais.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Saindo da BM&FBOVESPA, segui trabalhando com câmbio e operações estruturadas. Inicialmente prestando consultoria a gestores e investidores institucionais em escritório   especializado. Depois, estruturando produtos financeiros e dando suporte regulatório às mesas de renda fixa, câmbio e derivativos do Bank of America, onde permaneci por oito anos, atuando em diversas frentes. Em 2021, aceitei o convite para fortalecer a liderança da Nomad. A partir daí, passei a conhecer o mercado de câmbio na perspectiva das fintechs, com foco total no público de varejo e na geração de valor aos clientes.

Quem foi seu grande mentor profissional?

Comecei a trabalhar no início da adolescência, com minha mãe. Ela era comerciante e empreendedora nata, capaz de gerar negócios em qualquer situação. Com ela aprendi a perceber os contextos e ouvir as pessoas como método para encontrar oportunidades de contribuição. Desde então, muitos mentores cruzaram meu caminho, me marcando pela sua generosidade, honestidade e autenticidade — e me desafiando a olhar as situações por um viés diferente. A todos com quem pude construir essas relações de confiança, agradeço profundamente seu impacto na minha formação. Espero retribuir esse mesmo nível de entrega nas minhas relações.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Em 2012 minha mãe teve um câncer agressivo, que a afastou da administração da empresa na qual éramos sócias, em Santos. Pouco antes, eu havia assumido um novo projeto como associada da área de mercado de capitais internacionais em um escritório em São Paulo. Além disso, seu tratamento médico era em Marília, junto da nossa família. Abracei os dois negócios durante quase um ano, com uma rotina intensa de viagens pelas três cidades até a venda da empresa. Foi um período de profunda ressignificação das relações profissionais e pessoais, que ampliou a minha percepção de valor da vida e das pessoas.

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?

Ingressar no ecossistema das fintechs através da Nomad e vivenciar a expansão global da empresa, em meio às oportunidades trazidas pelo marco cambial, estruturando um programa de compliance, gestão de risco e governança customizado para o nosso modelo de negócio, que considera as necessidades da startup e também as dores dos clientes.

Como você descreveria o momento atual na Nomad?

Estamos vivenciando um momento muito significativo, com crescimento consistente do volume de negócios e do portfólio de produtos e serviços. Movimentos como a aquisição da Husky em 2022 e as inaugurações do Lounge em Orlando e da sala VIP no aeroporto de Guarulhos no início do ano refletem nossa missão de nos consolidarmos como a conta global do brasileiro e a solução definitiva para quem busca alternativas seguras de planejamento e proteção de patrimônio, com mobilidade e simplicidade.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

Em 2023, participe! Estamos vivendo um momento transformador no mercado de câmbio e temos a oportunidade de influenciar as estruturas que sustentarão as próximas décadas. Os reguladores e participantes estão abertos a trocar experiências, se modernizar, simplificar e se adaptar às novas tendências globais. É um momento histórico.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Atualmente moro em Santos, pertinho da praia. As atividades ao ar livre me encantam, principalmente quando estou na companhia da minha filha Teresa, de 4 anos.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

Suponho que economista. Trabalhar no mercado financeiro foi o caminho que encontrei para vivenciar o Direito e a Economia, minhas grandes áreas de interesse.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Ainda que o mundo esteja cheio de encantos, a Chapada dos Veadeiros em Goiás é um dos meus lugares favoritos e me alegra que seja tão perto. Quem sabe eu fique por lá quando decidir desacelerar.

 

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Conheça quem faz a ABRACAM – Tulio Portella, B&T Câmbio https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-tulio-portella-bt-cambio/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-tulio-portella-bt-cambio/#respond Wed, 11 Jan 2023 17:20:41 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=3993   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é Tulio Portella, Diretor Comercial da B&T Câmbio. Confira a entrevista abaixo.

 

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio? 

Comecei como estagiário em 2013 e após alguns meses me candidatei a uma vaga ao cargo de trainee na B&T. Foi o momento que mudou minha vida e minha carreira. Aos poucos fui entendendo melhor sobre esse mercado, que tem características bem específicas. Fui aprendendo com quem já estava na corretora, mas não me limitei a isso. Logo, busquei me especializar através de um MBA de Gestão de Comércio Exterior e Negócios Internacionais na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o processo foi natural, fui me destacando e, junto com outros colaboradores, ajudando a B&T Câmbio a atingir novos patamares.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Já são 10 anos nesse mercado. Comecei por baixo e fui conhecendo o negócio como um todo para ter uma visão mais macro. Me especializei em captação, o que me deu uma bagagem relacionada à visão e dia a dia do nosso cliente e ao que é preciso para atingir objetivos de crescimento. Após um longo período na área de captação e geração de negócios, entendi que era possível fazer mais para a corretora, não só trazendo clientes diretamente, mas criando ferramentas e funcionalidades para que nossos gerentes e colaboradores pudessem aumentar o leque de opções aos clientes.

Quem foi seu grande mentor profissional?

Meu pai, Tulio Santos. Herdar o nome é uma responsabilidade grande, até mesmo por todo o passado e tudo que ele conquistou ao longo da vida. Isso faz com que a gente queira alcançar objetivos semelhantes — e maiores. Competitividade está no sangue. Ele foi meu grande exemplo, com quem eu troquei e troco muito, todos os dias. Ele sempre foi muito aberto e nunca me senti compelido a trabalhar na empresa. Isso aconteceu naturalmente e acabei assumindo uma posição de destaque.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Assumir a Diretoria Comercial de Varejo, em 2021. Foi uma responsabilidade muito grande, um posto importante em uma das maiores corretoras de câmbio do Brasil, com volumes negociados compatíveis ou maiores que muitos bancos. Tomar conta disso tudo, fazer com que o negócio siga crescendo de maneira constante, independente das adversidades político-econômicas que se apresentem, é bem desafiador. Ao mesmo tempo, pelo meu perfil, o momento mais desafiador para mim é sempre o amanhã, o dia seguinte. E essa é uma das minhas motivações.

 

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?

A conversão do meu primeiro cliente, em 2014, quando eu ainda não tinha muita experiência. Conseguir trazer um primeiro cliente, ainda jovem, estar frente a frente com o cliente, em uma reunião sem o apoio de outros diretores. Apresentar uma proposta para um prospectivo, com uma empresa estabelecida, que já negociava com grandes bancos, e oferecer qualidade, serviços de excelência e competência. Trazer essa primeira conta ficou na memória.

Como você descreveria o momento atual na B&T? 

Acho que todo dia é dia de aprender, se atualizar, melhorar. Lembro de uma frase que diz: “Seja sempre bom, conhecedor do que você faz. Muitas vezes, seja professor, transfira parte do seu conhecimento para outros. Mas nunca seja especialista. O especialista muitas vezes pensa que já sabe tudo, e fica estagnado”. Gosto de levar a vida assim. Meu momento atual se resume a aprendizado, entendimento de outras áreas que venho assumindo nos últimos tempos. As trocas com outras pessoas me fazem crescer profissional e pessoalmente. Isso acaba retornando para a instituição como potencial de melhora de performance, geração de negócios, cultura. Apesar de ter assumido um cargo de diretoria recentemente, me motivo a crescer da mesma forma de quando eu era estagiário. Temos muito a conquistar.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

A primeira coisa é estudo. É preciso buscar conhecimento, network e capacitações. Converse e se aproxime de quem pode te ensinar. Faça com que a sua rotina te aproxime de pessoas com potencial de troca de conhecimento. Não desista, batalhe por seu lugar com dedicação e esforço. Trabalhe duro e com inteligência todos os dias. Esse mercado tem muita novidade e oportunidades também.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Gosto de mergulhar, pescar e dirigir. Mas hoje em dia, o que mais me atrai é o golfe. É um esporte extremamente competitivo, em essência você contra você mesmo. Você tem todas as ferramentas para executar uma boa tacada, mas precisa lidar com a questão psicológica do erro, com a possibilidade de eventos aleatórios que podem prejudicar ou beneficiar a si ou a outros jogadores. É um esporte que se assemelha ao dia a dia. Há dias em que você vai se esforçar muito e ter ótimos resultados. Há dias em que você vai se esforçar muito e ter resultados não tão legais. Eventualmente, você pode não se esforçar tanto e ter resultados razoáveis, mas é certo que se você não se esforçar, terá mais resultados ruins. Minha hora de lazer não é muito diferente em mindset da minha hora de trabalho. É minha essência e gosto de ser assim.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

É tanto tempo dentro do segmento que é difícil imaginar outras coisas. Sou muito grato ao crescimento que tive no mercado de câmbio. Talvez se eu fosse pela minha linha acadêmica eu seria cientista, mas não sei se eu seria feliz, pela falta de reconhecimento. Não só no Brasil, mas no mundo todo. Talvez se eu não tivesse vindo para o mercado de câmbio e nem para a ciência, eu poderia ter aberto um negócio próprio.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Difícil saber. Possivelmente nos Estados Unidos, por uma questão de segurança, pela atividade que eu tenho e pelo que eu preciso exercer no segmento do negócio. Mas pensando mais a longo prazo, talvez em algum local próximo ao mar, em alguma ilha mais distante do ambiente de cidade.

 

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Conheça quem faz a ABRACAM – José Clovis Rodrigues da Rocha, Treviso https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-jose-clovis-rodrigues-da-rocha-treviso/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-jose-clovis-rodrigues-da-rocha-treviso/#respond Fri, 11 Nov 2022 19:03:25 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=3758   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é José Clovis Rodrigues da Rocha, Diretor Executivo da Treviso Corretora. Confira a entrevista abaixo.

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio? 
Cheguei ao mercado de câmbio em 1978, após ser dispensado do serviço militar obrigatório por excesso de contingente. Sei que foi uma dispensa agilizada por minha condição de “arrimo de família”, cuidando de mãe e quatro irmãos.

Após passar pelo processo seletivo do Banco de Crédito Nacional (BCN), o RH me disse: “Você foi aprovado, porém, a única vaga disponível é no câmbio”. Pensei que seria fácil para quem já trabalhava desde os 12 anos de idade em uma empresa de transporte interestadual de passageiros. Naturalmente eu estava familiarizado com a manutenção dos ônibus e sabia que, depois do motor, o “câmbio” era peça fundamental. Foi um ótimo começo e guardo boas recordações.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?
Fiquei no BCN até 1984. Depois cheguei a Gerente Sênior no Banco Noroeste, onde trabalhei durante 13 anos, até 1997. Nos 10 anos seguintes, passei por Banco BMC, Alexander Forbes e Banco Santos, com foco em Controles. Mais tarde, fui Superintendente de BackOffice do Banco BVA até 2011, quando me juntei à Treviso. Entre 2015 e 2018, estive com o Banco Confidence (atual Travelex). Em 2018, retornei à Treviso, onde até hoje atuo como Diretor Executivo Estatutário.

Quem foi seu grande mentor profissional?
Durante essa trajetória de 44 anos no mercado de câmbio, foram muitos e preocupa-me ser injusto com tantos profissionais que contribuíram para minha formação. Porém, vou citar meu amigo Antonio Chinellato Neto, que conheci no BCN e de lá avançou para a gestão do Bradesco. Hoje é sócio da ACN Consulting.

Com a permissão dos demais, não posso deixar de reconhecer meu mentor sênior, Arthur Sabadin, que me acompanha durante toda a trajetória e com quem tive o prazer de trabalhar em duas instituições. Ele extrapolou a condição de colega de trabalho e tem minha consideração como verdadeiro irmão. É economista e profundo conhecedor das relações internacionais no mercado financeiro global.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?
Quanto mais avançamos, mais desafios surgem e somos impulsionados. Um dos momentos desafiadores foi o convite do Banco BMC para a priori ser Gerente Geral da agência offshore do BMC em Georgetown, Grand Cayman. Subitamente a agência entrou em uma auditoria ampla visando a desativação da presença física, mas sem descontinuar a atividade, o atendimento aos clientes e o crescente volume de captações para subsidiar o comércio exterior do Brasil. O staff local foi dispensado e foram encerrados os contratos de locação imobiliária. Promovemos a reestruturação dos processos junto aos bancos parceiros e à autoridade monetária local. Os ativos imobilizados (carro, máquinas e equipamentos) foram precificados, colocados à venda, negociados e entregues. Passados seis meses, retornei ao Brasil e organizei a continuidade da atividade com estruturação da equipe. Foi um período desafiador, mas cercado de êxito e, portanto, muito gratificante.

 

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?
Papai esteve ausente em grande parte da minha vida, mas me ensinou que, além da família, o maior patrimônio de uma pessoa é seu caráter e reputação. Posso então afirmar com alegria que a maior conquista profissional é o respeito e consideração dos meus colegas, em todos os níveis, estágios e realidades vividas nesse mercado de câmbio.

Como você descreveria o momento atual na Treviso? 
Em uma palavra: inspirador. Indo além, é um momento de extrema responsabilidade e a condição de estatutário representa verdadeira entrega e permanente comprometimento com o conhecimento e a conformidade em todas as etapas do processo operacional da corretora. Para ilustrar meu momento atual na Treviso, deixo aqui o registro da conquista do Selo de Conformidade ABRACAM, ciclo 2022, obtido após rigoroso processo de revisão conduzido pela EY, precedido por semelhante revisão conduzida pela Mazars em 2021.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?
Está na moda dizer: seja resiliente. Mas olhando pelo retrovisor, o conselho que posso dar é que o verbo “amar”, ao ser conjugado, somente é verdadeiro e duradouro se a pessoa estiver pronta para amar sem esperar nada em troca.
Toda forma de amor deve ser incondicional e no mercado de câmbio não é diferente. Ou seja, dê tudo de si para conhecê-lo e nele se especializar. Não condicione sua entrega, dedicação e empenho às perspectivas de alavancar cargo ou remuneração. Confie em si, invista no seu aprendizado, deixe-se envolver pelos desafios e cuidado com suas zonas de conforto.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?
Ler, ver filmes, estar com a família, amigos e com pessoas em geral. Há 20 anos me dedico à Igreja Católica como Ministro da Sagrada Comunhão. Apoio as santas missas, casamentos e batizados. Visito enfermos e pessoas impossibilitadas de ir à igreja.

Se tivesse outra profissão, qual seria?
Professor ou advogado.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?
Portugal ou Espanha.

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Conheça quem faz a ABRACAM – Juliana Meirelles, AGK Corretora https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-juliana-meirelles-agk-corretora/ https://abracam.com/conheca-quem-faz-a-abracam-juliana-meirelles-agk-corretora/#respond Fri, 07 Oct 2022 15:38:13 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=3600   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação, para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. A convidada deste mês é Juliana Meirelles Andrade, Gerente Geral de Desenvolvimento de Negócios da AGK Corretora. Confira a entrevista abaixo.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?
Filha de um dos pioneiros do mercado cambial (Ivan Carlos Andrade, Sócio-Diretor da AGK), desde pequena acompanhei a evolução do mercado e tive intensa convivência com tudo relacionado ao câmbio. Já adulta, fiz graduação em Relações Internacionais pela FAAP e me especializei em Administração Executiva pela mesma escola, tendo em mente o processo de sucessão pelo qual passaria um dia. Foram decisões muito acertadas porque sempre me identifiquei com as áreas de Gestão e Relações com o Mercado.

Quem foi seu grande mentor profissional?
Tive grandes mentores e até hoje sigo no processo de aprendizado. Agradeço a cada pessoa que oferece um minuto do seu tempo para me ensinar algo. Tenho que agradecer principalmente a Claudia Ramos, Andréa Ramos Nogueira e João Alberto Teixeira, que me acolheram de braços abertos, me colocando a par de todas as mudanças ocorridas na empresa e sobre o mercado nos anos em que estive afastada. E não posso deixar de mencionar meus dois maiores exemplos: Ivan Carlos Andrade e Orlando Ramos. Eles são minhas escolas diárias, um verdadeiro privilégio.

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio?
Comecei a trabalhar assim que iniciei a faculdade, aos 20 anos. Cheguei à AGK no Departamento Financeiro/Administrativo, onde fiquei por quatro anos. Fiz estágio em outras empresas do Grupo, na época em Despacho Aduaneiro, Importação e Exportação. Fiquei mais um ano no Marketing e depois vivi fora de São Paulo por alguns anos (morei na Grécia, Itália e Emirados Árabes, depois em Florianópolis e Rio de Janeiro). Retornei em 2020 para iniciar um processo gradativo de sucessão.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?
O meu retorno em 2020, que coincidiu com a chegada da pandemia. Foi um verdadeiro desafio a adaptação geral da empresa a um momento de contingência. Enquanto isso, eu passei por um período de atualização e aprendizado, além dos projetos para melhoria contínua da organização. Outro desafio é quebrar diariamente os paradigmas nesse mercado que é majoritariamente masculino e não permitir que o rótulo de “filha” se sobreponha à minha capacidade profissional. Me sinto extremamente representada e orgulhosa de ter a Kelly como Presidente Executiva da ABRACAM, atuando com extrema competência e conquistando tantos feitos importantes para o segmento. É exatamente isso que busco realizar através do meu árduo trabalho e hoje sei que a cada dia conquisto meu espaço.

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?
Entre as conquistas mais marcantes estão minha certificação profissional em ABT2, a certificação da AGK com o Selo ABRACAM de Conformidade (e renovação este ano), além de projetos dentro e fora da AGK que representam grandes oportunidades e o reconhecimento do meu trabalho.

Como você descreveria o momento atual na AGK? 
A AGK de três anos atrás era completamente diferente do que é hoje. A pandemia nos trouxe maior integração entre a gestão das áreas e a Diretoria. Todos se uniram no mesmo propósito que perpetua até hoje: a busca da modernização para acompanhar de forma rápida e eficaz todas as mudanças pelas quais estamos passando, além de estarmos constantemente mapeando todos os processos internos em busca de melhorias. Estamos investindo constantemente na capacitação de colaboradores por todo o Brasil e em parcerias. Isso mostra que queremos nos destacar como uma empresa que apresenta sempre as melhores soluções aos nossos clientes.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?
Meu primeiro conselho é sobre atualização e capacitação. Acho extremamente importante que as pessoas leiam a Lei 14.286 e as mudanças que trará ao mercado. Participar do Grupo de Trabalho de Corretoras no âmbito da ABRACAM para a Consulta Pública está sendo um grande aprendizado para mim, principalmente por estar junto a tantas pessoas experientes no mercado. Outro feito da ABRACAM com grande impacto foram os cursos de capacitação. Acho importantíssimo, inclusive para quem quer se atualizar, já que estamos com mudanças tão relevantes.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?
Atuamos em um segmento que exige muito equilíbrio, então acho que momentos com família e amigos nos dão a força necessária para seguirmos em frente. Gosto de ir a parques com meus filhos, viajar, comer bem em bons  restaurantes, ir a bares, dançar, shows, praticar atividades físicas, conhecer lugares novos, ler e escrever.

Se tivesse outra profissão, qual seria?
Jornalista ou trabalharia com moda. Enquanto estive afastada do mercado de câmbio, me formei em consultoria de imagem e estilo. O câmbio e a gestão de pessoas falaram mais alto, mas a moda é muito presente na minha vida.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?
Não me imagino em outro lugar que não São Paulo. Posso dizer que precisei me ausentar para depois me encontrar. Tudo faz parte de um amadurecimento. Mas tem dois lugares aos quais meu coração também pertence: Estados Unidos e Grécia, onde já morei. Quem sabe, no futuro, não poderei investir nesses lugares ou expandir a AGK? Vou trabalhar duro para isso!

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Conheça quem faz a ABRACAM – Fabio Dantas dos Santos, Intercam https://abracam.com/blog/ https://abracam.com/blog/#respond Thu, 01 Sep 2022 17:29:07 +0000 https://abracam.com/abracamsite/?p=3491   Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação para que a comunidade se conheça […]

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Esta publicação apresenta profissionais de entidades associadas à ABRACAM e colaboradores da associação para que a comunidade se conheça melhor e troque experiências. O convidado deste mês é Fabio Dantas dos Santos, Presidente do Conselho de Administração da ABRACAM e Diretor Comercial da Intercam Corretora de Câmbio em São Paulo. Confira a entrevista abaixo. 

 

Como foi sua chegada ao mercado de câmbio?

Minha família é tradicional no mercado. Comecei a trabalhar na Intercam aos 13 anos em 1986 e desde então estou aqui. A Intercam foi criada em 1943 como dissidência do Grupo Denasa, do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Meu pai era office boy no escritório dele. Tenho primos em outras corretoras e familiares aqui na Intercam.

Qual foi sua trajetória no mercado de câmbio?

Comecei como office boy, depois escriturário, datilografando os contratos de câmbio. Em seguida passei a coordenador, gerente, fui para a mesa de operações, depois me tornei gerente da mesa. Desde 2010 sou diretor da corretora. Tive uma trajetória única, mas foi um caminho íngreme porque meu pai sempre falou não poderia facilitar para mim.

Quem foi seu grande mentor profissional?

Meu pai, Jaime Dantas dos Santos. Ele trabalha há 70 anos nesse segmento e ainda não parou. Começou bem jovem como auxiliar na Denasa. JK vendeu a corretora para a família Hipólito, que depois ofereceu vender o negócio para meu pai em troca de trabalho.

Qual foi o momento mais desafiador da sua carreira?

Foi o período de 2013 a 2016, quando as corretoras foram atingidas pela Operação Lava Jato e a imagem da nossa atividade ficou bastante abalada. Eu já era diretor da ABRACAM e foi uma época muito dura para nós, com perda de associados. Nossa imagem agora está 100% restaurada e a ABRACAM foi instrumental nessa jornada. O mercado de câmbio não é para amadores. Alguns tentaram pegar o caminho mais curto e rápido e se deram mal.

Pode falar de uma grande alegria ou conquista profissional?

A conquista do meu primeiro cliente, uma grande multinacional de tecnologia, em 2006. Ainda era difícil para mim desbravar novos clientes. Eu era operador na época e essa parte ficava com a geração do meu pai. Sinto que foi uma conquista pessoal, mas com toda a estrutura da Intercam por trás.

Como você descreveria o momento atual na corretora?

O momento atual é excelente, viemos de dois anos de pandemia com faturamento crescente. Para um pós-pandemia, não poderia existir situação melhor para a corretora, que está sólida e saudável. O mercado está se abrindo novamente e quem conseguiu não fechar já é vencedor. A gente até conseguiu crescer, o que é motivo de muito orgulho.

Como você descreveria o momento atual na ABRACAM?

É um sonho realizado. Entrei em 2011 e foi minha decisão mais acertada. Meu objetivo sempre foi contribuir, nunca tive objetivo de chegar à presidência do Conselho, mas meu engajamento dentro da ABRACAM foi tão pleno que assumir o cargo foi inevitável.

Qual é seu conselho para quem está entrando agora no mercado de câmbio?

Nós teremos vários entrantes, como fintechs, que a partir de 2023 poderão realizar operações de até US$ 100 mil. É preciso entender que este é um mercado sensível e sério e não é para amadores. Meu conselho é que esse mercado não é para aventureiros. Quem acha que vai entrar sem instrumentos de compliance e enquadramento às exigências do regulador vai trocar os pés pelas mãos.

O que você gosta de fazer nas horas de lazer?

Sou um cara “normalzão”. Gosto de jogar futebol, ir à praia e estar com a família.

Se tivesse outra profissão, qual seria?

Não tive a oportunidade de ter outro sonho. Cresci em corretora de câmbio, quando era criança eu brincava que estava no escritório.

Se pudesse morar em qualquer lugar do mundo, onde estaria?

Confesso que tenho um carinho especial por Miami.

 

 

 

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